10 mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer

Para celebrar o Dia Internacional das Mulheres, neste 8 de março, reunimos 10 mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer. Empreendedoras, pesquisadoras, mães, viajantes, médicas. Dos mais diferentes perfis, elas têm algo em comum: a cannabis transformou suas vidas e de pessoas próximas e elas quiseram compartilhar com outros seus conhecimentos. 

10 mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer

1. Luna Vargas – Inflore 

Luna Vargas é uma educadora canábica que fala sobre o mercado e as opções para quem deseja se inserir na indústria de cannabis. Ela criou o Inflore Treinamentos, um curso de formação de consultores canábicos focado na ciência por trás da maconha e as especificidades do mercado. 

2. Maria Eugênia Riscala – Kaya Mind

Já falamos muito da Kaya Mind aqui na Kunk.Club e por isso a Maria Eugênia, que fundou a empresa ao lado do seu sócio Thiago Cardoso, não poderia ficar fora da lista de mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer. 

Depois de já ter trabalhado com inteligência de mercado e de um ano sabático que mudou sua visão sobre o universo da cannabis e de como ela pode ajudar pacientes ao redor do mundo, sua irmã inclusa, Maria Eugênia criou a primeira agência de inteligência de mercado exclusiva para a cannabis. 

Cosméticos de cannabis

3. Alice Reis – Girls in Green

Alice Reis é psicóloga, redutora de danos, está há nove anos trabalhando em projetos de Redução de Danos e estuda sobre a cannabis em países em que a erva é legalizada e é uma das mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer. 

Ela criou o Girls in Green, uma plataforma que busca trazer representatividade para as mulheres no mercado canábico brasileiro e criar um espaço seguro para que elas possam dividir seus conhecimentos, debater e fazer trocas. 

4. Vivi Sedola – Dr. Cannabis

Do desejo de empreender com propósito, Vivi Sedola criou o Dr. Cannabis, plataforma digital que conecta pacientes a médicos e outros profissionais que produzem, prescrevem e revendem produtos à base de canabinoides, as substâncias terapêuticas presentes na planta da maconha. Dez meses depois de sua abertura, a plataforma já conectou mais de 3 mil pacientes a mais de 300 profissionais.

5. Lilica – Lilica 420

Lilica tem 40 anos de experiência culinária, mas o que a colocou na lista de mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer foi unir essa com outra paixão: a maconha. Hoje ela compartilha todo o conhecimento conquistado com anos de estudo e viagens a países legalizados através do Lilica 420, onde você pode aprender como fazer tintura, infusões, óleos e como incluir a cannabis na sua alimentação de forma segura e saudável. 

Como plantar maconha em casa

6. Barbara Arranz – Linha Canábica da Bá

Barbara Arranz fazia faculdade de biomedicina quando teve o terceiro filho, que nasceu com Síndrome de Asperger. Raul foi tratado com óleo fitoterápico de cannabis, produzido pela própria Barbara. Isso fez com que a biomédica fundasse a Linha Canábica da Bá, focada em exportar medicamentos da Espanha para o Brasil. 

7. Dra. Carolina Nocetti

A dra. Carolina Nocetti é médica e consultora técnica especialista em tratamento terapêutico com canabinoide. Com experiência nos EUA, ela tem um canal no YouTube onde divulga os benefícios da maconha medicinal e entrevista especialistas no assunto.

8. Renata Monteiro 

Renata Monteiro é farmacêutica pós-graduada em cannabis medicinal e seu trabalho a colocou na lista de mulheres no mercado canábico brasileiro que fazem acontecer. Ela é proprietária da ORTHOFARMA, farmácia de manipulação alopática e homeopática especializada em ortomolecular e medicina esportiva, farmacêutica da CULTIVE, Associação de Cannabis e Saúde, membro da diretoria da SBEC, Sociedade Brasileira de estudos da Cannabis, entre outras atividades. 

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9. Cidinha Carvalho – Cultive

Mais uma mãe que entrou no mercado canábico para procurar um tratamento mais adequado para o filho, Cidinha Carvalho criou a página Síndrome de Dravet Brasil, no Facebook, para encontrar mães de crianças com a mesma dificuldade, com o propósito de buscar a cura e o alívio. Ela se tornou a primeira mãe de São Paulo a  ter o direito judicial de cultivar cannabis e hoje é presidente da CULTIVE -Associação de Cannabis e Saúde. 

10. Margarete Brito – Apepi

Margarete Brito conheceu os benefícios da cannabis ao procurar tratamento para a filha Sofia, que com apenas 46 dias começou a ter conversões e um problema grave de saúde. 

Hoje ela é coordenadora executiva da Associação de Apoio à Pesquisa e a Pacientes de Cannabis Medicinal – a Apepi. Desde 2013, ela ajuda a unir pacientes, seus familiares e pessoas que acreditam no poder da cannabis terapêutica, em um ambiente de troca de conhecimentos, aprendizado, conversa e, principalmente, luta pelo direito a um tratamento acessível e livre de burocracias. Recentemente, a Apepi se tornou a primeira fazenda legalizada para cultivo de cannabis do Rio.

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