Fernando Santiago

Fernando Santiago

4 verdades mal contadas sobre cannabis medicinal e salvo-conduto

cannabis medicinal
O texto aborda a fase de transição e abertura do mercado de cannabis medicinal no Brasil, destacando o potencial terapêutico da planta e a confusão existente sobre os direitos dos usuários, especialmente em relação a habeas corpus e salvo-conduto. Ele explica que, devido ao processo de construção das regulamentações, há muita desinformação. As normativas da Anvisa, como as RDCs 327 e 660, são apontadas como essenciais para possibilitar o acesso aos produtos de cannabis, exigindo uma série de procedimentos burocráticos que precisam ser seguidos por todos na cadeia produtiva. O post visa esclarecer as principais confusões sobre o uso medicinal da cannabis, enfatizando a importância da receita médica e do cumprimento das normas. Aborda também o papel das associações medicinais, o processo de judicialização para o cultivo coletivo e a diferença entre habeas corpus e salvo-conduto, ressaltando que este último não representa uma autorização ilimitada de cultivo. Finalmente, destaca a necessidade de estar bem informado sobre os direitos e participar de comunidades de apoio como o Grupo Usuário Livre para navegar com segurança neste novo cenário.

O que a cana de açúcar tem a ver com a Cannabis?

cana de açucar
O texto explora a conexão e potencial entre a cana de açúcar e o cânhamo (um tipo de cannabis com baixo THC) no Brasil. Ele narra a histórica importância da cana de açúcar desde o período colonial, destacando seu papel na economia brasileira ao longo dos séculos, e como hoje o Brasil é o maior produtor mundial de cana, contribuindo significativamente para o PIB e empregando mais de um milhão de pessoas. Além disso, a cana de açúcar é usada na produção de etanol, promovendo a sustentabilidade e reduzindo a dependência de combustíveis fósseis. Da mesma forma, o cânhamo é apresentado como uma matéria-prima versátil com aplicações em diversos mercados, incluindo farmacêutico, cosmético, têxtil, alimentício, e até na construção civil, devido às suas propriedades sustentáveis e econômicas. O texto também aborda os desafios regulatórios enfrentados pelo mercado de cannabis medicinal no Brasil, comparando com a evolução regulatória em outros países, especialmente os Estados Unidos, onde o mercado de cânhamo tem crescido exponencialmente após a legalização.